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Nomes já são cogitados para disputar o Senado pelo PV-SP

Nomes ja sao cogitados para disputar o Senado pelo PV SP

Nas eleições para o Senado de 2018 serão duas as cadeiras em disputa. É bem provável que os Verdes de São Paulo elejam em convenção um único nome para concorrer, aplicando assim a mesma estratégia usada nas eleições de 2010, oportunidade em que o único candidato apresentado pelo PV surpreendeu, conquistando mais de 4 milhões de votos.

Hoje, entre os nomes de maior expressão do PV-SP para disputar qualquer cargo eletivo estão, sem sombra de dúvidas, o do deputado estadual Roberto Tripoli e do ex-deputado federal, Eduardo Jorge Alves Sobrinho, ambos membros da direção nacional da legenda. Porém, tanto Tripoli, com Eduardo Jorge, são considerados figuras principais e insubstituíveis nas listas proporcionais, dados como certos na composição das futuras bancadas verdes na ALESP e na Câmara dos Deputados, respectivamente, fato que abre possibilidades para que outros nomes apareçam na disputa interna.

O presidente nacional da legenda e atual secretário estadual de Cultura, José Luiz de França Penna, não esconde a intenção de reapresentar o nome do dirigente nacional e educador indígena, Kaka Verá Jecupé, que já concorreu ao Senado pelo PV-SP, nas eleições 2014. Já no caso de uma candidatura feminina, o nome da dirigente nacional, Vera Lúcia da Motta, aparece com força. Há também a possibilidade do atual presidente estadual da legenda, Marcos Belizário, ser o nome escolhido na Convenção Estadual.

Nesta quarta-feira (10), o dirigente nacional e secretário estadual de comunicação do PV-SP, Claudio Turtelli, que já disputou o cargo de vice-governador pela legenda, em 2002, também colocou o seu nome a disposição, aumentando o “rool” dos possíveis pré-candidatos ao Senado. Há ainda nomes sondados, como o do vereador paulistano Gilberto Natalini, que foi o candidato a governador pelo PV, em 2014, o vereador verde mais votado da capital paulista em 2016, Xexéu Tripoli e o ex-prefeito de Guarulhos, Jovino Cândido.

Com as articulações e nomes começando a aparecer, o PV-SP tende e repetir sua estratégia aplicada nas últimas eleições, partindo para as urnas, no 1º turno, disputando todos os cargos eletivos, com listas completas de candidatos e sem alianças com outras legendas. Mas, esta é uma aposta que ainda deve passar pelo crivo dos acontecimentos, principalmente os que ocorrerão entre os meses de março e abril vindouros.


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